quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Nossa Missão - “... Nos convém cumprir toda a justiça.” (Mt. 3:15)

Todos nós temos uma missão a cumprir. Deus não fez o homem para viver inutilmente. Desde o inicio deu atividades para que o mesmo executasse. Quando Jesus veio a este mundo também tinha um propósito. Ele deveria seguir à risca um plano pré-elaborado por Deus. Jesus veio cumprir uma etapa, a mais importante, do processo de salvação da humanidade. Vale lembrar que todos nós fazemos parte desse processo. Nos é cobrada uma parcela de contribuição. Temos deveres a cumprir concernente a divulgação do evangelho a toda criatura (Mt. 28:19)

Durante toda a historia da humanidade Deus tem levantado homens que trouxeram suas contribuições para a concretização do plano de salvação. Todos eles tinham algo em comum: compromisso com Deus.

Não fomos criados para vivermos à toa. Temos raciocínio, compreensão e vontade para podermos de livre e espontânea vontade realizar o que nos é proposto por Deus. Na prestação de contas, no final de nossa existência terrena, teremos que explicar a causa de não termos agido em favor de Deus aqui na terra.

Analise bem, será que fomos criados para vivermos em prol de nossas paixões, desejos egoístas, etc? Toda criação tem o intuito de atender a algum interesse do criador. Não se cria nada por acaso. Se formos verificar na natureza a quantidade de seres vivos veremos que é enorme. Será que cada um deles não tem alguma função na natureza? Claro que tem.

De toda a criação apenas o homem teve o privilegio de ser criado conforme a imagem de Deus (Gn.1:27). Isso exige de nós uma responsabilidade que não existe nas demais criaturas. Precisamos viver uma vida pautada no caráter de nosso criador. O nosso prestigio é real na medida em que cumprimos o propósito de Deus. O que é criado só tem valor se cumprir o papel para o qual foi criado. Se não cumprimos com o propósito de Deus seremos inúteis, conforme disse João Batista: “...toda a árvore, pois, que não produz bom fruto, é cortada e lançada no fogo.” (Mt. 3:10).

Precisamos viver para agradar o nosso criador. Na narração da criação vemos claramente que Deus criou tudo para seu prazer. Em cada um dos seis dias da criação vemos a expressão “ e viu Deus que era bom”. Notamos ai que Ele se preocupa com o resultado da sua criação. Ele não foi criando as coisas sem intenção alguma, só por criar. Ele se preocupava com a função daquilo que acabara de criar. Eu creio que Deus olhava e pensava: - Poxa, tá saindo do jeito que projetei. No entanto, a criatura que foi feita com maior dedicação, o homem, foi a que mais trouxe decepções. Um exemplo foi a desobediência de Adão e Eva. Assim mesmo Deus continuava esperando algo de bom do homem. Note bem: Ele só aceita o que é bom. Isso fica patente quando Abel e Caim ofereceram suas ofertas a Deus ele não se agradou da oferta de Caim. Veja o que Ele disse a Caim: “Se bem fizeres, não é certo que serás aceito?...” (Gn. 4:7). O Senhor não se agrada de qualquer coisa. Ele quer nossa dedicação, amor e temor.

Enfim, vivamos em busca de alcançarmos a perfeição. Não só nossa mais da humanidade. O nosso alvo é esse. Pare de pensar que o mundo está perdido. Basta de pensamentos negativos. Se Jesus fosse pensar dessa forma não estaríamos salvos hoje. Antes de Ele vir não havia nenhum justo (Rm.3:10). Assim mesmo Ele “...veio salvar o que se tinha perdido.” (Mt. 18:11). Façamos o mesmo, busquemos os perdidos.

Sigamos o exemplo de Paulo que anunciava, admoestava e ensinava ‘...para que apresentemos todo homem perfeito em Jesus Cristo.” (Cl.1:28).

Finalmente, medite nos textos abaixo:
- “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.” (Mt. 7:21).
- E o servo que soube a vontade do seu senhor, e não se aprontou, nem fez conforme a sua vontade, será castigado com muitos açoites; (Lc. 12:47).

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Valorize a cruz de Cristo

A cruz de Cristo foi a concretização do plano de salvação proposto por Deus desde a fundação do mundo. Nela alcançamos o que seria impossível outrora: a reconciliação do homem com o Criador. Foi através dela que Deus “... nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo...” (II Co. 5:18). Conscientes disso devemos fazer de tudo “... para que a cruz de Cristo se não faça vã.” (I Co. 1:17). Como damos o devido valor a cruz de Cristo?

1. Reconhecendo-a como o escape da humanidade

Em primeiro lugar, gostaria de deixar bem claro que não estamos afirmando que a cruz é mais importante que Jesus. Jesus e a cruz são os elementos básicos da salvação. Um, sem o outro não teria representatividade alguma no que concerne ao plano da salvação. Certamente Jesus continuaria sendo o mesmo. Ele não seria prejudicado em Sua Majestade e Poder. Continuaria sendo o Filho de Deus. Os únicos prejudicados na história seríamos nós que teríamos, sem piedade alguma, o castigo eterno. Não haveria escape para nenhum ser humano.

“... a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.” (I Co. 1:18). Veja bem, Poder de Deus! Quem entende e aceita a mensagem da cruz se apodera de uma capacidade sem limites! Todos os que aceitam a Jesus como salvador recebem ““... o poder de serem feitos filhos de Deus...”. (Jo. 1:12). Antes da cruz não havia essa oportunidade – salvação ao alcance de todos os que desejassem.

2. Obedecendo ao Autor da Salvação

Logo após a morte de Cristo na cruz “...o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo.”(Mc. 15:38). Isso significa o livre acesso a salvação. A partir desse momento foi inaugurado o período da graça. O favor de Deus se encontra disponível a todos que desejam obtê-lo. O termo graça tem obtido uma conotação errônea por parte de muitos. Tem-se a falsa idéia de que a graça se constitui em liberdade. Ledo engano. A graça de Deus se constitui no fato Dele ter oferecido uma oportunidade ao homem. O que era impossível se tornou possível mediante a graça. Isso não exclui, de forma alguma, a necessidade de obedecermos aos preceitos eternos do Criador.

A obediência continua sendo exigida por Deus. O escritor da Epístola aos Hebreus diz que Jesus “... tornou-se o autor da salvação eterna para todos os que lhe obedecem,” (Hb. 5:9). Se reconhecemos que o sacrifício de Jesus na cruz é a nossa chance de sermos salvos temos que aceitar o que ele nos propõe. Pense: Não existia esperança alguma; agora tem. Que tal agarrarmos essa chance com unhas e dentes?! O que queremos mais se o que era impossível já foi feito? Jesus fez o que não estava ao nosso alcance. Obedecer é algo possível. Basta seguir o exemplo do Mestre: “... humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.” (Fp. 2:8).

Quando somos desobedientes não estamos dando o devido valor a cruz de Cristo. Aceitar o presente de Deus (leia, sacrifício de Jesus) sem obedece-lo é o mesmo que considerar em vão tudo que Ele fez. Tudo que Ele fez foi em prol da nossa salvação. Se não agimos de acordo com o que Deus planejou vamos decepcioná-lo: não seremos salvos. Dessa forma a morte de Cristo, para nós, terá sido em vão. Jesus fez a obra completa. Ele quer que o efeito de sua obra também seja completo em nossas vidas.

3. Anunciando a mensagem da cruz

Ao finalizar o seu ministério Jesus disse: “... Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.”(Mc. 16:15). O mundo precisa conhecer a mensagem da cruz. Nosso mestre sabia da necessidade da divulgação de sua obra de redenção. Sua conquista não teria os resultados esperados se não fosse divulgada. As pessoas de todas as raças, nações, povos e línguas precisam conhecer o que foi conquistado pra elas.
A divulgação da mensagem da cruz valoriza a obra de Cristo. “...como crerão naquele de quem não ouviram?...”(Rm. 10:14). Caro leitor, se você quer valorizar a cruz de Cristo divulgue para o maior numero de pessoas qual o propósito da mesma. Quanto maior o numero de ouvintes, maior também será o numero dos que crerão. O valor da cruz aumenta a medida que aumenta o numero de salvos. Se a morte de cristo servisse para salvar uma vida, teria o valor de uma vida. Mas, se salvar mil vidas, terá o valor de mil vidas. Quanto mais pessoas você trouxer para cristo maior contribuição esta dando para a valorização do sacrifico de Jesus. Agregue valor a cruz de Cristo anunciando o que Ele fez pela humanidade.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Seguindo os passos do Mestre (I Jo. 2:6)

Se quisermos agradar a Deus precisamos seguir os passos de Jesus. Nesse estudo sobre a vida de Jesus você vai descobrir algumas atitudes dEle que devemos observar.

1. Obediência a Deus – Durante o ministério de Jesus ele agiu sempre de acordo com a vontade de Deus. Mesmo quando questionado ou incitado a fazer diferente não abriu mão da obediência irrestrita ao Pai. Por ocasião de seu batismo, mesmo sendo questionado por João Batista, que não se considerava digno de batizá-lo, respondeu: “Deixa por enquanto, porque, assim, nos convém cumprir toda a justiça”. (Mt. 3:15). Ele não se preocupou no que os outros achavam da sua atitude. Queria, a qualquer custo, fazer simplesmente a vontade de Deus.

2. Humildade – Satanás, quando tentou Jesus no deserto, testou a sua humildade com as seguintes palavras: “... manda que estas pedras se transformem em pães.” (Mt. 4:3). Ele não se preocupou em provar nada para o Diabo. Ele e Deus sabiam o seu objetivo; isso era o bastante.

Ele, sendo homem e Deus estava diante de uma oportunidade ímpar de demonstrar o seu poder, mais não o fez. Preferiu admitir a sua dependência total, dizendo: “... não só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que procede da boca de Deus.” (Mt. 4:4). A primeira atitude de um ser humano comum seria o exibicionismo.

Muitos cristãos não podem viver uma vida de mais comunhão com Deus que já começam a se exibirem. Jesus diz: “Guardai-vos de exercer a vossa justiça diante dos homens, com o fim de serdes vistos por eles...” (Mt. 6:1).

3. Espiritualidade – Ele, em momento algum, permitiu que a visão das coisas materiais o afastasse das espirituais. Não vivia como a maioria dos homens, o simples aqui agora. Via adiante. Não perdia a noção do fim de todas as coisas terrenas; sempre demonstrou a sua firme consciência do quão frágil é a existência das coisas materiais. Certa feita disse “... Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra... ajuntais para vós outros tesouros no céu...” (Mt. 6:19-20).

4. Compaixão – Sempre que Jesus via alguém necessitado logo solucionava os problemas. Estava sempre disposto a ajudar. Quando um leproso se aproximou dEle dizendo: “Senhor, se quiseres, podes purificar-me.”(Mt. 8:2). Na seqüência vemos que Ele “... tocou-lhe, dizendo: Quero, fica limpo!...”(Mt. 8:3). A cura foi imediata. Jesus não lhe deu apenas uma palavra de conforto; ele resolveu o problema de uma vez por todas. A partir desse episódio vemos uma série de milagres que Ele operou, segundo a sua compaixão. O evangelista Mateus diz “... curou todos os que estavam doentes;” (Mt. 8:16). “Vendo Ele as multidões, compadeceu-se delas...” (Mt. 9:36).

5. Disposição – Nos quatro evangelhos observamos uma seqüência de fatos que denotam a disposição de Jesus em fazer a obra do Pai. Ele não perdia tempo. Não tinha um local fixo para repousar. Todo lugar aonde chegava fazia algo extraordinário. Não vivia uma rotina.

Sempre surpreendia. Disse, certa vez: “... o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça.” (Mt. 8:20). Mesmo assim não parava. Veja a seguir alguns exemplos que descrevem o que estamos dizendo: “... entrando Ele no barco...” (Mt. 8:23); “partindo Jesus dali...” (Mt. 9:9); “E Jesus levantando-se...”(Mt. 9:19). Se formos examinar minuciosamente ficaremos cientes da enorme disposição do Mestre.

Enfim, se formos estudar os passos do mestre ficaremos perplexos pela forma como ele desenvolveu seu ministério. Ele espera isso de nos! Ele estimulou os seus discípulos com as seguintes palavras: “Basta ao discípulo ser como o seu mestre...” (Mt. 10:25). Sigamos os passos de nosso Mestre.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Definição de Fé (Hb. 11:1)


A fé é, sem duvida alguma, o fundamento do cristianismo. Se não fosse pela fé não aceitaríamos o plano de salvação descrito na Bíblia. Se não existir fé não existe razão de nos dedicarmos a uma vida separada do mundo. Mediante o exposto, somos levados a procurar descobrir o que vem a ser fé. Vejamos:

“... é o firme fundamento das coisas que se esperam...”(Hb. 11:1) – Ninguém espera algo se não tiver fundamento para esperar. Isso, porque sem fundamentação não existe esperança. Qual deve ser o fundamento de nossa fé? O que deve ser feito para adquirirmos fé? Esta e outras questões estaremos tratando nesse estudo.

O fundamento de nossa fé é a Palavra de Deus. A Bíblia é a nossa fonte de fé. Não é a toa que ela se constitui nossa única regra de fé e conduta. A medida que estudamos a Bíblia fortalecemos as nossas convicções em um Deus que não falha e que cumpre o que promete. Através dos exemplos, promessas e revelações nela contidas vemos o quanto Deus é poderoso e “... galardoador dos que o buscam.” (Hb. 11:6).

Se quisermos adquir fé devemos aprender a ouvir a voz de Deus. Ele fala de varias maneiras; a Bíblia é a principal forma. Nela está contida toda a vontade de Deus. Para ouvirmos Deus falar conosco, através da Bíblia precisamos estudá-la com o intuito de crescermos espiritualmente. Não devemos usá-la para defender nossas crenças, idéias e desejos. Devemos, antes, permitir que ela nos molde. É ela que nos proporcionara a fé que tanto almejamos.

Afinal o que é fé? É a base da nossa confiança em Deus. Quem confia em Deus age segundo a vontade Dele sem questionamentos. Busca agradá-Lo. Por essa razão a Bíblia decalara que “... sem fé é impossível agradar a Deus.” (Hb.11:6). A lógica é a seguinte: quanto mais nos fundamentamos mais confiamos em Deus e, consequentemente, o agradamos mais. Quanto maior o fundamento, maior também será o grau de confiança depositada em Deus.

A fé é o firme fundamento da esperança do cristão. Precisamos de fé para que estejamos seguros quanto ao cumprimento do que desejamos que aconteça em nossas vidas. Sem fé não há firmeza, pois a fé é o firme fundamento de toda esperança. Quem tem fé não se abala por que tudo que está firmado em um fundamento seguro não se abala.

“... e a prova das coisas que não se vêem. (Hb. 11:1)” – A fé prova o invisível! Aquilo que os olhos humanos não conseguem enxergar pode ser visto pela fé. O apostolo Paulo diz: “porque andamos por fé, e não por vista.” (II Co. 5:7). As coisas espirituais não são provadas cientificamente. Somente a fé pode alcançar o espiritual. Quem crê alcançou um alto grau de compreensão que se tornou capaz de acreditar no que esta por vir. Pelos olhos naturais só conseguimos ver o que faz parte do nosso dia-a-dia. Quem tem fé vê adiante.

A Bíblia e repleta de exemplos que demonstram os resultados da fé. Em todos os exemplos vemos algo em comum: todos se mantiveram convictos de que conquistariam resultados satisfatórios bem antes de alcançarem. Essa convicção os levou a enfrentarem obstáculos sem vacilarem. Mesmo em tempos difíceis acreditaram no sobrenatural.

Noé enfrentou o mundo de sua época por fé. Ele teve coragem de trazer uma mensagem que, na concepção de então, não era verdadeira. O povo achava que Noé estivesse doido. Ele não se preocupou com as evidências. Não deixou que uma segunda opção povoasse a sua mente. Estava certo de que era impossível não acontecer exatamente do jeito que Deus havia anunciado. Tempestade, nesse momento da historia, não existia. Imaginar que Noé estava maluco seria o mais fácil. Ir pelos caminhos mais fáceis pode nos levar a destinos difíceis. Se o povo tivesse acreditado no inacreditável teria tido bom resultado: a salvação de suas vidas.

Hoje não é diferente. Quando anunciamos sobre a mensagem de salvação, proposta por Deus ao mundo, muitos duvidam. Falar é a única ferramenta que dispomos para que seja gerada a fé nos indivíduos que queremos alcançar-los para o Reino de Deus. A bíblia diz que “... a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Cristo.” (Rm. 10:17). Em outra parte diz ainda: “Como pois invocarão aquele em quem não creram? e como crerão naquele de quem não ouviram falar? e como ouvirão, se não há quem pregue?”(Rm. 10:14). Precisamos ser semeadores de fé. Pra isso precisamos ter fé.

Enfim, fé é confiança em Deus; certeza que Deus faz e fará o que promete. Só recebe as bênçãos de Deus quem deposita toda a sua confiança Nele sem olhar as circunstâncias. Seja fervoroso e com certeza terás muitas vitórias.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Como posso ver Jesus?

Zaqueu, quando Jesus ia passando por Jerico procurou vê-lo. Essa atitude lhe rendeu grandes bênçãos. Ele e sua família tiveram o privilegio de receberem o Mestre em sua casa. Se nos seguirmos este exemplo também seremos abençoados. A questão é a seguinte: como posso ver Jesus?

1. Procurando saber quem Ele é

Precisamos descobrir diariamente quais os atributos de Jesus. Não se conhece uma pessoa da noite para o dia. É necessário dedicarmos tempo a essa pessoa. Tem que haver muitos diálogos. Devemos compreender os seus projetos, percepções e desejos.

No caso de Jesus, apenas isso não é o bastante. É apenas o primeiro passo. Temos que permitir a operação do Espírito Santo em nossas vidas para que Ele nos revele tudo sobre Jesus. Certa feita Jesus perguntou aos seus discípulos “... quem dizeis que eu sou?”(Mt. 6:15); a resposta é, aparentemente, fácil. Dos doze, apenas Pedro, orientado pelo Espírito Santo, respondeu corretamente (Mt. 16:16-17).

Hoje não é diferente. Muitos cristãos não sabem quem Ele é. O apóstolo João, em sua primeira carta, diz: “Ora, sabemos que o temos conhecido por isto: se guardamos os seus mandamentos.” (I Jo. 2:3). Ele é Senhor! Se sabemos disso o obedecemos. Quando somos desobedientes não reconhecemos seu senhorio sobre nossas vidas.

2. Enfrentando obstáculos

Se a imagem que você tem de Jesus está obscurecida pelo intelectualismo, religiosidade, ou até mesmo pela falta de fé, não se acomode. Não se conforme em saber apenas o básico sobre Jesus.
Procure vê-lo com seus próprios olhos (espirituais). Não se conforme apenas com o que você ouve sobre Cristo.

Quando nos esforçamos para ver Jesus ele nos percebe. Naquela ocasião Jesus ia acompanhado por uma multidão. No entanto, nenhum daqueles foi notado como Zaqueu fora. Apenas faziam parte da comitiva; eram apenas seguidores. Não aproveitaram o momento para receberem uma bênção especial.

Faça como Zaqueu, pois só é visto quem se destaca dentre os demais. Fique na posição certa para que Jesus o veja. Faça mais do que é esperado por Ele. Pra alcançar a bênção seja ousado. Vale a pena qualquer esforço para ver Jesus.


3. Aproveitando a oportunidade

Seja esperto! Não perca tempo. Se Zaqueu não tivesse corrido adiante Jesus passaria sem que ele o visse. Com certeza teria perdido a benção. Conhecer Jesus traz bênçãos!

Zaqueu não perdeu a oportunidade que tinha de ver Jesus. Ele aproveitou enquanto Jesus estava perto – na sua cidade. Ele não deixou que a oportunidade de sua vida passasse. Conhecer o Mestre era o seu sonho.

Ele está perto de você agora. “...eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século.” (Mt. 28:20). O profeta Isaías alerta: “Buscai o Senhor enquanto se pode achar...” (Is. 55:6). Faça como Zaqueu, veja Jesus na sua vida. Receba Ele e as suas bênçãos em seu lar!

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Cadê a sua cruz? (Mt. 10:38)

Muitos cristãos não carregam a cruz. Não sabem estes que a cruz é o diferencial do cristão. O que torna alguém em um autêntico cristão é a cruz que este carrega. Cristão sem cruz não é cristão.

O nosso Senhor concretizou a sua obra de salvação em uma cruz. Ele não desistiu da cruz. Foi até desafiado a largar a cruz, mas não o fez. Ele sabia exatamente o que iria conquistar: a salvação do mundo.

Nós temos, também, uma missão a cumprir: manter, a qualquer custo, a salvação conquistada por Jesus. Enquanto vivermos neste mundo temos que carregar a cruz invisível que nos foi confiada. Jesus já abriu o caminho para trilharmos. Ele deu o exemplo. “...foi ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado.”(Hb. 4:15).

Quando lemos a historia de Cristo só enxergamos a cruz de madeira. A cruz de Cristo, no entanto, fez parte de toda a sua vida. Ele foi tentado em todas as coisas. Imagine os tipos de situações que Ele, sendo homem teve de superá-las. As pressões, criticas, insinuações, descrédito, desprezos. Por quantas provações o nosso Mestre teve de passar!

Ele venceu o mundo por que sabia exatamente o que o aguardava caso fosse vitorioso em todas as coisas. “...em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz...”(Hb. 12:2). Precisamos ter essa fé para podermos, como Ele, vencer o mundo. “Visto que andamos por fé e não pelo que vemos.”(II Co.5:7). Precisamos acreditar no galardão que aguarda aqueles que vencerem.

Irmãos, se vivermos para agradar a carne não somos dignos de Cristo! Se não abrirmos mão de tudo aquilo que nos impede de seguirmos a Jesus não somos aceitos por Ele. Para largarmos tudo por amor a Cristo devemos considerar que “...a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação,” (II Co. 4:17). Que maravilha! A leve e momentânea tribulação, na matemática de Deus, é igual a um eterno peso de glória. Vale a pena qualquer esforço.

Precisamos deixar a indecisão de lado. O céu é para os decididos. Só é seguidor de Cristo quem se dispõe a ser. Pedro e André quando foram chamados por Jesus estavam pescando “Então eles deixaram imediatamente as redes e o seguiram.”(Mc. 1:18). Com Tiago não foi diferente (Mc. 1:20). Enfim, todos os discípulos deveriam ter algum oficio, alguma coisa que os impedisse de seguir a Jesus. Mas, mesmo assim, não vacilaram. E nós, será que estamos largando tudo por Jesus?

Não dá pra conciliar as duas coisas: servir a Deus e ao mundo. (Mt. 6:24). Deus não aceita resto. Deus exige de nós uma entrega total. “...se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele.”(I Jo. 2:15). Temos que nos distanciar cada vez mais das coisas que o mundo de pecado oferece. A medida que caminhamos com a nossa cruz nas costas muita coisa vai ficando pra trás. Se as coisas continuam no mesmo lugar é sinal de que não avançamos nada. A nossa caminhada só se inicia quando renunciamos o que estamos fazendo. Os homens que foram chamados por Jesus só passaram a ser seus discípulos quando largaram suas ocupações terrenas e se dispuseram a se ocupar nas coisas espirituais. Aí sim, se tornaram seguidores de Cristo.

Precisamos ser seguidores de Cristo e não da religião. O nosso compromisso não é com homens. Quem nos chamou foi Jesus. Precisamos atender o seu chamado. Analise bem e veja o que é necessário abandonar pra seguir a Cristo. Não se engane: se há em você alguma característica do velho homem é sinal de que ainda não está carregando a cruz e, por conseguinte, não está seguindo a Cristo. Existem condições para seguir o mestre. Esteja disposto a atender as condições estipuladas. Busque a ajuda do Espírito Santo. Ele vai te guiar a descobrir toda a verdade sobre a caminhada cristã. Não se esqueça de tomar a sua cruz!

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Boas Vindas

Seja bem vindo ao blog Seguidor do Mestre. Periodicamente estaremos atualizando o mesmo com mensagens que tem por objetivo trazer edificação espiritual para todos que desejam se tornarem seguidores de Cristo.

Caro amigo, se você ainda não teve um encontro pessoal com Jesus não perca tempo. Reflita sobre cada mensagem exposta neste blog e tome sua decisão acertada.

O Autor.